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O 2FA dos seus clientes não pode morar no celular de um funcionário
Painel do Google Ads do cliente, Meta Business, e-CAC, Registro.br, banco da empresa, hospedagem. Cada um pede um código de 6 dígitos — e o código chega no celular de quem cadastrou. Quando essa pessoa está de férias, ou sai da empresa, o trabalho do cliente para.
Como fica com o Auto2FA
- Um cofre por cliente. O plano Empresa vale até 100 cofres de equipe, com pessoas ilimitadas: cada cliente no seu cofre, separado dos outros.
- Cada pessoa vê só o que usa. O analista de tráfego recebe o Google Ads e o Meta do cliente; o financeiro recebe o banco. A permissão é criptográfica: quem não foi liberado não tem como abrir a conta — nem lendo o servidor.
- Tirar alguém é um clique. O acesso sai e a chave daquela conta é trocada. Para conta sensível, a tela lembra de gerar outro 2FA no serviço — porque quem já viu um segredo pode tê-lo copiado, e a gente não finge o contrário.
- O código aparece no navegador, onde o trabalho acontece. Sem pegar o celular, sem pedir o código por WhatsApp.
- Para os seus sistemas: um acesso de máquina, liberado só para as contas que o robô usa, via API.
O que a gente não consegue fazer
Abrir os cofres. O servidor guarda blocos cifrados e não tem a chave de nenhum. Isso vale para a sua agência e para os seus clientes — e é o que você pode dizer a eles quando perguntarem onde ficam os códigos. Os detalhes estão na Central de Segurança.
Preço
R$ 49 por mês ou R$ 490 por ano, até 100 cofres e pessoas ilimitadas. Não se cobra por pessoa: o servidor nem sabe quantas são.
Testar 14 dias grátis — sem cartão Assinar
O teste vale um cofre de equipe. Se não assinar, ele continua abrindo e gerando códigos — só não aceita contas nem pessoas novas.