Central de Segurança
O servidor não consegue abrir o seu cofre
Esta página diz como o Auto2FA funciona por dentro, o que ele promete, o que não promete, e como conferir cada coisa sem precisar confiar em nós. Versão atual: 0.19.0.
Arquitetura
São três peças. A extensão gera os códigos e preenche na página. O cofre (auth.doublesix.com.br) abre o mesmo conteúdo em outra máquina. O servidor guarda blocos cifrados — e é opcional: sem ele, tudo fica só no seu navegador.
Esta página de apresentação é outro endereço. O cofre só aceita ser embutido por ela, e o navegador isola os dois: nada daqui — nem um anúncio — lê o que acontece lá.
Criptografia
| Cofre pessoal | AES-256-GCM. Chave derivada da senha mestra por PBKDF2-SHA256 com 600.000 iterações. A senha nunca sai do navegador. |
|---|---|
| Cofre de equipe | Chave sorteada de 256 bits, que viaja no convite. |
| Acesso por pessoa | Cada conta tem a própria chave (AES-256-GCM); cada pessoa, a sua. A chave da conta é embrulhada (AES-KW) só para quem pode usá-la. Tirar o acesso troca a chave da conta. |
| Primitivas | Só as do navegador (WebCrypto). Nenhuma criptografia escrita à mão. |
O que o servidor vê — e o que não vê
| Vê | Blocos cifrados, um número de versão, a data da última gravação, o hash da credencial de cada cofre, a licença (se houver) e o endereço IP de quem chama. |
|---|---|
| Não vê | Suas contas, seus segredos de 2FA, sua senha mestra, os nomes das pessoas de uma equipe, quem pode usar cada conta. |
| Não existe | Conta de usuário, login no servidor, lista de funcionários, recuperação de senha. |
Como conferir sem confiar em nós
Auditoria automática. A cada mudança, um programa confere no próprio código as promessas desta página: nenhuma chamada de rede fora de um único arquivo, nenhum código montado em tempo de execução, nenhum dado de conta entrando na tela como HTML, permissões declaradas e justificadas. Um segundo programa planta defeitos e exige que a auditoria pegue todos.
Pacote reproduzível. O pacote da extensão sai igual byte a byte em qualquer máquina. As somas da versão atual:
815626b1eaac09362fa52ee18b65b9ad38ee5d468bf692a4548f20d2606aa171 auto2fa-chrome-0.19.0.zip b357452987e38c491b6eb48bd55b75b0c66d99e1bc6aa343a9368eff4c99cda3 auto2fa-firefox-0.19.0.zip
Código do servidor. Os arquivos que guardam os cofres, as licenças e contam os números públicos estão em /codigo/, com o SHA-256 de cada um.
Limitações conhecidas
- Ainda não houve revisão externa da criptografia. Conferência automática não é revisão independente. Mantenha seu autenticador atual em paralelo até confiar neste.
- Tirar o acesso de alguém não apaga o que essa pessoa já viu. Para conta sensível, gere outro 2FA no próprio serviço.
- O convite é uma chave. Quem tem o texto do convite abre o que ele abre. A soma no fim dele pega colagem incompleta, não falsificação.
- No acesso por pessoa, um membro vê quantos acessos existem e quantas contas cada um tem — não os nomes, nem as contas alheias.
- A extensão é provada a cada versão num Firefox e num Chromium reais (criar o cofre, gerar o código e conferi-lo pelo padrão RFC 6238, entrar numa equipe com acesso por pessoa). O Chrome oficial não permite carregar extensão por automação; o Chromium é o mesmo motor.
Relatar uma vulnerabilidade
Escreva para ai.suporte@doublesix.com.br com o assunto “Segurança Auto2FA”: o que você achou, como reproduzir e o impacto que você imagina.
- Confirmamos o recebimento em até 5 dias úteis e mantemos você a par do conserto.
- Em escopo: a extensão, o cofre em auth.doublesix.com.br, o servidor (/api) e esta página.
- Fora de escopo: ataques de negação de serviço, engenharia social, e contas ou dados de outras pessoas — use sempre um cofre seu.
- Pesquisa de boa-fé, dentro destas regras, não será alvo de medida da DoubleSix. Pedimos só que não divulgue antes do conserto.
Arquivo padrão: /.well-known/security.txt.
Veja também os termos de uso e a política de privacidade.